Pacto viral
© Francesca Woodman Do pacto faz-se o instante - memória contratada na memória, silêncio filho incógnito da história, não é tempo é testamento, o puro sangue urge à entrada da boca e estremece - a mão que se obriga a outras mãos. Hoje, essa mesma mão que obriga ao testamento. Agora que o tempo é tão somente a parcela de um filme apócrifo, dormente. Aqui. Nada de pressas - diz temporalmente – entre silêncio e som que entontece, repouso no livro que se acama aberto entre dentes. Vai como se nunca foste ...